É raro que histórias de bullying terminem em tragédia, como aconteceu em uma escola de Goiânia, em outubro de 2017. De acordo com o IBGE, um a cada três adolescentes brasileiros já sofreu bullying, mas a maioria passa despercebido. O comum é que o sofrimento seja acompanhado de silêncio, e nenhuma medida drástica seja tomada.
Para mostrar que o problema afeta, em menor ou maior grau, a todos nós, a redação da GALILEU contou suas próprias histórias nas páginas da matéria de capa da edição 319, de fevereiro. E agora convidamos os leitores a compartilhar seus casos nas redes sociais com a hashtag #oqueobullyingfezcomvocê.
Desde a divulgação da imagem da capa, na última sexta-feira (26 de janeiro), acompanhada de um trecho da matéria, no Facebook, começaram a chegar os relatos. Selecionamos alguns que revelam as marcas deixadas pelo bullying ainda na vida adulta, um assunto que está longe de ser “brincadeira de criança”.
Em alguns comentários (como vemos abaixo), os próprios leitores trataram de argumentar contra o velho papo de que o bullying te faz mais forte - na revista também mostramos que não é bem assim.
A resposta veio pouco depois:
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